Uma avaliação de impacto que utilizou dados do projeto-piloto de São Diego (de 2005) não identificou redução das taxas gerais de reincidência, embora os infratores tratados pelo programa tenham menos probabilidade de fuga, ou de não se registrarem como agressores sexuais, em comparação com os infratores que não receberam o tratamento [1].
Os infratores acompanhados pelo programa eram menos propensos a serem acusados de cometer um novo crime, mas mais propensos a violar uma condição especial de supervisão por GPS. O programa parece evitar que agressores cometam crimes de nível inferior, o que questiona a utilidade dessa ferramenta de supervisão para criminosos sexuais [1].
O estudo teve um delineamento quase-experimental com uma amostra de 94 pessoas em liberdade condicional monitoradas por GPS e outras 91 pessoas em liberdade condicional designadas para o grupo de comparação. O período de acompanhamento para ambos os grupos foi de 18 meses [1].