Uma avaliação de impacto evidenciou que, em seis meses de acompanhamento pelo programa, o tratamento não teve impacto na frequência de novas prisões e na reincidência do agressor [1].
Entretanto, as vítimas no grupo de tratamento eram mais propensas a estar cientes de que a ordem de medida protetiva estava em vigor, tinham maior nível de contato com as autoridades policiais e seus defensores e percebiam mais frequentemente o contato com o agressor como perseguição ou assédio [1].
O estudo teve um delineamento experimental com um total de 466 casos de contravenção criminal por violência doméstica (N = 237 na condição de tratamento e N = 229 na condição de controle) [1].