Parceria Enfermeira-Família
Períodos da vida que atende
Onde o programa é aplicado
País onde foi implementado
Descrição

Um estudo evidenciou que as mães visitadas tinham intervalos mais longos entre os nascimentos do primeiro para o segundo filho, matricularam menos seus filhos em creches ou similares, sofreram menos violência doméstica e seus filhos eram mais propícios ao aprendizado precoce, ao desenvolvimento da linguagem, às funções executivas e à adaptação comportamental [1].

Outro estudo evidenciou que as crianças acompanhadas no período da adolescência eram menos propensas a usar cigarro, álcool ou maconha; relataram menos problemas de internalização; e apresentaram médias mais altas na avaliação escolar e notas mais elevadas em testes de leitura e matemática. Não foram observadas diferenças em relação a problemas de externalização, atenção e problemas de comportamento em geral [2].

Outro acompanhamento longitudinal, que acompanhou por 15 anos as famílias, evidenciou que mães visitadas por enfermeiras tinham menos relatos de terem negligenciado ou abusado de seus filhos em comparação com as mães do grupo controle, que não receberam a intervenção. As crianças participantes do programa relataram menos episódios de abuso e negligência infantil [3].

Avaliações de impacto

Um estudo evidenciou que as mães visitadas tinham intervalos mais longos entre os nascimentos do primeiro para o segundo filho, matricularam menos seus filhos em creches ou similares, sofreram menos violência doméstica e seus filhos eram mais propícios ao aprendizado precoce, ao desenvolvimento da linguagem, às funções executivas e à adaptação comportamental [1].

Outro estudo, evidenciou que as crianças que foram, no período da adolescência eram menos propensas a usar cigarro, álcool ou maconha; relataram menos problemas de internalização e; tiveram médias mais altas na avaliação escolar e notas mais elevadas em testes de leitura e matemática. Não foram observadas diferenças em relação a problemas de externalização, atenção e problemas de comportamento em geral [2].

Outro acompanhamento longitudinal que monitorou por 15 anos as famílias, evidenciou que mães visitadas por enfermeiras tinham menos relatos de ter negligenciado ou abusado de seus filhos, em comparação com as mães do grupo controle, que não receberam a intervenção. As crianças participantes do programa relataram menos episódios de abuso e negligência infantil [3].

Referência bibliográfica

[1] Olds, D. L., Robinson, J., Pettitt, L., Luckey, D. W., Holmberg, J., Ng, R. K., Isacks, K., Sheff, K. & Henderson, C. R. (2004). Effects of home visits by paraprofessionals and by nurses: Age 4 follow-up results of a randomized trial. Pediatrics, 114(6), 1560–1568. https://doi.org/10.1542/peds.2004-0961

[2] Kitzman, H. J., Olds, D. L., Cole, R. E., Hanks, C. A., Anson, E. A., Arcoleo, K. J., Luckey, D. W., Knudtson, M. D., Henderson, C. R. & Holmberg, J. R. (2010). Enduring effects of prenatal and infancy home visiting by nurses on children: Follow-up of a randomized trial among children at age 12 years. Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine, 164(5), 412–418. https://doi.org/10.1001/archpediatrics.2010.76

[3] Eckenrode, J., Campa, M., Luckey, D. W., Henderson, C. R., Cole, R., Kitzman, H., Anson, E., Sidora-Arcoleo, K., Powers, J. & Olds, D. (2010). Long-term effects of prenatal and infancy nurse home visitation on the life course of youths: 19-year follow-up of a randomized trial. Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine, 164(1), 9–15. https://doi.org/10.1001/archpediatrics.2009.240