Uma avaliação de impacto evidenciou que o programa contribuiu para a diminuição de problemas comportamentais das crianças e um aumento na sua percepção de felicidade. Constatou-se uma diminuição nas estratégias de parentalidade agressiva por parte das mães, mas não houve efeito estatisticamente significativo nos comportamentos de internalização das crianças, no retorno das mães a parceiros abusivos ou recorrência de violência física por parceiro íntimo [1].
O estudo foi realizado por meio de um ensaio clínico randomizado, envolvendo 36 famílias, avaliadas durante 16 meses, após deixarem o abrigo para mulheres agredidas [1].