É uma intervenção de monitoramento eletrônico com sistema de GPS para supervisão de indivíduos acusados de violência contra a mulher. O objetivo é reduzir a revitimização e o descumprimento de exigências, como o não comparecimento recorrente ao tribunal.
Os participantes são informados sobre o monitoramento constante e sobre a necessidade de comparecer ao tribunal e de participar de reuniões de gestão de caso com os supervisores. O monitoramento eletrônico envolve a determinação de áreas de exclusão, as quais correspondem às proximidades da rotina da vítima (casa, escola dos filhos, trabalho).
Em caso de descumprimento das regras, os equipamentos de monitoramento sinalizam os supervisores, por meio de de diferentes canais de comunicação, que por sua vez estabelecem contato com os policiais, para realização de checagem in loco ou de prisão.